segunda-feira, 31 de março de 2014

PLANO DE TRABALHO DOSCENTE, 2014. PROFESSOR - SELSON JOSE DE SOUZA


                COLÉGIO ESTADUAL TALITA BRESOLIN, ENSINO FUNDAMENTAL, MÉDIO E EJA.

PROFO SELSON SOUZA

PLANO DE TRABALHO DOCENTE DE FILOSOFIA .

1O,2 O E 3° ANOS.



JUSTIFICATIVA

O Ensino de Filosofia no Ensino Médio volta a ser discutido nas escolas a partir da lei de Diretrizes e Bases nº 9394/96, que no seu artigo 36 determina que, ao final do Ensino Médio o estudante deverá “dominar os conhecimentos de filosofia e sociologia necessários ao exercício da cidadania...” Através do parecer nº 38/2006 do Conselho Nacional de Educação a Filosofia e a Sociologia tornam-se, em todo o Brasil, disciplinas obrigatórias no Ensino Médio. Em nível de Paraná essa obrigatoriedade se dá através da Lei Estadual nº 15228 de 25 de Julho de 2006. E o Conselho Estadual de Educação irá deliberar esta Lei no mês de Novembro próximo, juntamente com a instrução Normativa da SEED.
A Filosofia tem como objetivo de estudo – o pensamento – levantando problemas e refletindo sobre eles, construindo conceitos e idéias presentes na realidade e nos textos clássicos da Filosofia. Esse pensamento a partir do pluralismo filosófico, da filosofia antiga, medieval, moderna e contemporânea. Quanto aos conteúdos, há os que são discutidos mais propriamente pela filosofia, sendo que estes se constituíram historicamente.
Assim, o ensino de filosofia faz opção pela organização do trabalho pedagógico através dos conteúdos estruturantes, tomados como conhecimento basilares que se constituíram ao longo da história da filosofia e de seu ensino, em épocas, contextos e sociedades diferentes e que, tendo em vista o estudante do Ensino Médio, ganham especial sentido e significado político, social e educacional. Neste sentido, os conteúdos estruturantes são: Mito e Filosofia, Teoria de Conhecimento, Ética, Filosofia da Ciência, Estética, recebendo cada um deles tratamento diferenciado de acordo com os períodos da história da filosofia. A metodologia opera, então, por questionamentos, conceitos e categorias de pensamento, buscando a totalidade espaço-temporal e sócio-histórica e, também, significação, estrutura, origem, sentido, razões, finalidades, tendo sempre em vista: o que? Como? Por quê?



 OBJETIVOS GERAIS DA DISCIPLINA:

      Ao pensarmos nos objetivos para o ensino de Filosofia na contemporaneidade vem-nos que oportunizar aos alunos a possibilidade da experiência filosófica, que seria identificado como sendo a experiência do pensar por si mesmo, ou experiência com o pensamento conceitual.

       Apesar das dificuldades, que são grandes e inúmeras, o professor de Filosofia pode possibilitar determinadas perspectivas e experiências, que permitam suprir um pouco dessas carências e avançar nessa experiência com conceito.

       Silvio gallo


     Organizar uma aula, pensando didaticamente teríamos quatro pontos fundamentais como base: sensibilização, problematização, investigação e conceituação.

       Esses quatro pontos são consecutivos, não podemos tomar um pelo outro, não podemos começar pela investigação e depois introduzir a problematização.

        Oferecer aos estudantes uma possibilidade de compreensão das complexidades do mundo contemporâneo, com suas múltiplas particularidades e especializações e que se manifestam quase sempre de forma fragmentada;
- Viabilizar interfaces com outras disciplinas na busca de compreensão do mundo da linguagem, da literatura, da história, da ciência e da arte;
- Possibilitar aos estudantes o acesso ao saber filosófico produzido historicamente como fundamento do pensame       nto         


  
 Conteúdos Estruturantes Básicos e Específicos                                                                               


Primeiro Ano

-Mito e Filosofia.

Conteúdos Básicos.

Saber Mítico; Saber filosófico, relação entre mito e Filosofia, atualidade do mito, o que é Filosofia.

Conteúdos Específicos.
 
 Primeiro Trimestre.
1-1  A origem da Filosfia
1-2  A utilidade da filosofia
1-3  Cosmogonia e teogonia
1-4  Do mito ao saber filosófico
 1-5 Os filósofos pré-socráticos.
1-6 Filosofia e natureza.

Segundo Trimestre.

1-5   Maêutica e dialética.
1-6-1 Os sofistas e o mundo prático.
1-6  A filosofia helenista.


  2- Teoria do conhecimento.

Conteúdo básico.

Possibilidade do conhecimento; as formas de conhecimento; o problema da verdade; a questão do método; conhecimento e lógica.

Conteúdos Específicos.

  2-1 Senso comum e senso crítico.
  2-2 Platão: mundo sensível, mundo inteligível.
  2-3 Metafísica e causalidade.

  Terceiro Bimestre.
  

  2-4 A questão dos universais.
  2-4  O  ceticismo.
  2-5  O racionalismo.
  2-6  O empirismo.
  2-7  O criticísmo.






Segundo ano

Conteúdo Estruturante.  ÉTICA.

Conteúdos Básicos.

Ética e Moral; Pluralidade Ética; Ética e Violência; Razão, Desejo e Vontade; Liberdade: autonomia do sujeito e necessidade das normas; relações entre comunidade e poder; liberdade e igualdade política; política e ideologia; esfera pública e privada; esfera publica e privada; cidadania formal e/ou participativa.
1.1. Ética e moral.
1.1.1 Liberdade e determinismo.
1.1.2. Ação e verdade.
1.2. A Ética no período clássico.
1.3. Aristóteles e o eudaimonismo.
1.4. A Ética cristã.
1.5. A moralidade em Kant: o imperativo categórico.
1-6 O utilitarismo.
1.7. A Ética contemporânea.
1.7.1. Ética do discurso.
1.7.2. Questões da Ética contemporânea.

Segundo Trimestre.

1.7.2.2 A bioética.
1.7.2.1.1. Tecnologia genética.
1.7.2.1.2.1O meio ambiente.
1.7.2.1.2Direitos humanos.
1.7.2.3.1 Responsabilidade social.



. Lógica e pensamento.
4. Ciência e poder.
5. Os mitos da ciência.

Terceiro Trimestre.

6. O positivismo.
7. Linguagem e cultura.
8. A escola de Frankfurt.
9. Fenomenologia.

Conteúdo Estruturante.

Filosofia Política.

Conteúdos Básicos.
Política e Ideologia;
Política e Cidadania;
Cidadania formal e/ou participativa.

Conteúdos Específicos.

Direitos Humanos:
O mundo da prática;
A democracia como ideologia;
A violência;
Preconceito.

3.ª ANO

CONTEÚDO ESTRUTURANTE.

PRIMEIRO TRIMESTRE.
                     
. Filosofia política

CONTÚDO BÁSICO.

1.1. A pólis e a formação do cidadão.
2.2. Ética e política em Aristóteles.
2.3. Política medieval.
2.4. Contratualismo clássico.
2.5. Republicanismo.
2.6. Direito público e privado.
2.7. Estado e sociedade civil.
2.7.1 Socialismo / liberalismo.

Conteúdos específicos

A democracia em questão;
Dificuldades para a democracia no Brasil;
O indivíduo e a sociedade;
O desemprego e a fome.




CONTEÚDOS ESPECÍFICOS.

SEGUNDO TRIMESTRE.

Relações entre comunidade e poder;
Liberdade e igualdade política;
Política e Ideologia;
Esfera pública e privada;
Cidadania formal e/ou participativa.


CONTEÚDO ESTRUTURANTE.

1.    Filosofia da Ciência

CONTEÚDOS BÁSICOS

1.1. Objetividade e falseabilidade.
1.2. Método indutivo e dedutivo.
1.3. Percepção e experiência.
1.4. Observação e hipótese.

2. A Ciência na História

2.1. A Ciência na antiguidade.
2.2. Alquimia e os mistérios científicos (medievalidade).
2.3. Matemática e mecânica (modernidade).
2.4 As revoluções científicas.

CONTEÚDOS ESPECÍFICOS.

TERCEIRO TRIMESTRE.

Concepções de ciência;
A questão do método científico;
Contribuições e limites da ciência;
Ciência e ideologia;
Ciência e ética

CONTEÚDOESTRUTURANTE.

10. Estética.



10.1. Conceitos fundamentais da Estética.
10.1.1. Imitação e expressão.
10.1.2. Juízo de gosto e teorias do gênio.
10.1.3. O belo e o sublime.
10.1.4. A indústria cultural.

10.2. A Estética na História

2.1. A tradição da mímesis.
2.2. O naturalismo clássico e renascentista.
2.3. Iluminismo e a estética normativa.

CONTEÚDOS ESPECÍFICOS

Concepções de ciência;
A questão do método científico;
Contribuições e limites da ciência;
Ciência e ideologia;
Ciência e ética



 METODOLOGIA DA DISCIPLINA.


O trabalho com os conteúdos estruturantes, básicos, da filosofia e seus conteúdos específicos se dará por meio da sensibilização, da problematizarão, da investigação filosófica e da criação/recriação de conceitos.
O estudo da filosofia poderá iniciar-se com a exibição de um filme ou de uma imagem; da leitura de um texto jornalístico ou literário; da audição de uma música, dinâmica reflexiva, entre outras possibilidades, com o objetivo de instigar e motivar possíveis relações entre o cotidiano do estudante e o conteúdo filosófico a ser desenvolvido.
Após essa sensibilização inicia-se a problematizarão, a investigação, a criação de conceitos, a partir de discussões sobre o conteúdo, confrontando-os com a história da filosofia.
Assim, é importante que durante a busca de resolução do problema haja preocupação com a análise da atualidade, com uma abordagem contemporânea em uma perspectiva de quem dialoga com a vida, formulando seus conceitos e construindo seu discurso filosófico, procurando entender e analisar filosoficamente o problema em questão nos diferentes tempos.
Desta forma, é imprescindível que o ensino de filosofia seja permeado por atividades investigativas individuais e coletivas que organize e oriente o debate filosófico, dando-lhe um caráter dinâmico e participativo. Investigar é exercitar o pensamento de forma metódica, buscando elementos, informações, conhecimentos para discutir o problema posto. A investigação deverá recorrer a história da filosofia e os clássicos, seus problemas e possíveis soluções sem perder de vista a realidade onde o problema está inserido.
Criação/recriação de conceito é o processo pelo qual o estudante se apropria, pensa e repensa os conceitos problematizados e investigados da tradição filosófica. Assim, sendo, espera-se que o estudante possa argumentar de forma verbal e escrita, utilizando os conceitos apropriados de forma lógica, coerente e original (criação de conceitos).




 RECUPERAÇÃO DE CONTEÚDOS


A recuperação de estudos é direito dos alunos, independentemente do nível de apropriação dos conhecimentos básicos, assim ela ocorrerá com a retomada dos conteúdos a partir do diagnóstico oferecido pelos instrumentos de avaliação e com a reavaliação do conteúdo já explicado reexplicado em sala de aula.
No entanto, se mesmo com a recuperação de forma permanente e concomitante ao processo ensino aprendizagem, se o aluno não atingir a média integral ao final de cada bimestre, ele terá a oportunidade de mais uma avaliação por um dos instrumentos diversificados, e prevalecerá a nota maior.


CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO.



Entendemos a avaliação como um instrumento didático pedagógico com funções diferenciadas dentro do processo de aprendizagem. A avaliação é uma
questão muito importante, não só pela importância comum às outras matérias, mas pelas dificuldades que possamos encontrar em avaliar em filosofia.

       Como avaliar se o aluno argumenta bem ou não, se o aluno sabe problematizar bem, se problematiza melhor ou pior que os colegas: Como avaliar: Essas quantidades e valores no ensino de filosofia são bastante questionáveis.

      Qualquer exercício que o professor proponha  em todo processo do ensino de Filosofia como uma experiência filosófica é um exercício passível de avaliação. Qualquer exercício que o professor proponha, quer seja na fase de problematização, ou no ensino de argumentação, ou num momento de tentativa de elaboração de conceito, pelo qual o aluno passe, será sempre muito objetivo que o professor proporá por meio dos textos filosóficos, de técnicas de trabalhar com texto, ou se expressar oralmente, que serão avaliados.  Claro, os critérios de avaliação tem sempre que ser critérios baseados no objetivo que se quer atingir com aquela determinada atividade, para verificarmos se o aluno consegue, ou não, chegar àquilo que propomos. É importante salientar que a avaliação deve ser de alguma forma, ela também, “filosófica”.

      A avaliação no ensino de Filosofia, se este curso quer que o aluno passe por uma experiência filosófica, que, portanto, seja um processo consciente do aluno, a este chamaríamos processo metacognitivo. Não é só um processo cognitivo, de se conhecer determinada coisa, como o conceito de liberdade, hoje e no século XVII, mas, também, qual é o processo pelo qual ele passou para chegar a conhecer esse determinado conceito. Por isso é metacognitivo, que não só está preocupado em produzir conteúdo filosófico, mas está a todo momento se revendo como processo de filosofar, são as duas coisas ao mesmo tempo.

      Devemos fazer o aluno consciente do processo avaliativo, todo o momento ele deveria estar sabendo quais os critérios que estão sendo usados para avaliá-lo; quais são os objetivos a serem alcançados naquele momento, atividade ou exercício. Nesse sentido, talvez, pudéssemos dizer que a avaliação , de alguma forma,é ela  também  filosófica.

  
      Talvez aí também coubesse, entre todas as técnicas possíveis, a questão da auto-avaliação. Havendo a seriedade necessária aos alunos para encararem a auto avaliação, maturidade para que percebam que é necessário que haja critérios e que estes têm relação com os objetivos do curso ou da atividade específica, talvez, em algum momento o professor ache ser possível propor uma auto-avaliação de determinado aspecto dos alunos.




     

“Uma coisa é verificar as opiniões dos filósofos e descrevê-las. Outra coisa bem diferente é debater com eles aquilo que dizem, do que falam”.

        Heidegger ( 1889-1976)
           

  Na avaliação, ferramentas como a internet poderão ser utilizado, com critério definido; exemplo: uma consulta a determinado site, a um blog, para comentar ou pesquisar determinado tema.
       Atividades que envolvam os pais e/responsáveis pelos educandos utilizando a informática, internet ou material impresso podem vir em algum momento compor uma avalição, inclusive com atribuição de notas aos educandos, que serão adequadamente orientados tanto no efetuar das atividades, quanto na utilização das diferentes mídias que possam encontrar-se na proposta avaliativa. A avaliação progressiva absorve a participação dos educandos em todo o momento de sala de aula, incluindo sua relação com educadores e colegas de sala de aula, participantes de um processo indissociável e impreterível.

     A leitura de um texto ou, trecho de um livro e uma consequente Resenha Crítica também poderá integrar uma atividade avaliativa, sendo que para essa ocorrência, deverão os agentes estarem devidamente integrados e munidos de interesse comum e valorado conceito para o bom desempenho na execução da tarefa escolar.
Neste interim, faz-se Importante mencionar a mister conscientização da importância de se incluir os pais e/ou responsáveis no processo avaliativo, sem o que seria ineficaz a ação de pretender integrar os agentes educacionais no ensino aprendizagem dos educandos.

A comunidade necessita desafiar a ideia de que Educação é responsabilidade de governo.  (g1.com.br/fantástico – vídeo), acessado em 31/03/2014.



6. BIBLIOGRAFIA:


Filosofia no Ensino Médio ( Cedic)
ASPIS, R. O professor de Filosofia: o ensino da Filosofia no Ensino Médio como experiência Filosófica. In: CADERNOS CEDES, N, 64. A filosofia e seu ensino. São Paulo: Cortez; Campinas: CEDES, 2004.
CHAUÍ, M.S. Convite á Filosofia. São Paulo: Ática, 1998.
DELEUZE, G; GUATTARI, F. O que é a Filosofia? Tradução: Bento Prado Júnior e Aleberto Alonso Munoz. Rio de Janeiro: 34. 1992
FILOSOFIA/vários autores – Curitiba: SEED – PR 2006.
GALLO. S. KOHAN, W.O. (orgs). Filosofia no Ensino Médio. Petrópolis: Vozes, 2000.
PARANÁ. Secretaria de estado da educação. Superintendência da educação. Departamento de Ensino médio. Diretrizes Curriculares de Filosofia para o Ensino Médio. Versão premi liminar, julho 2006.
PARANÁ. Secretaria de estado da educação. Superintendência da educação. Diretrizes Curriculares de Filosofia para o ensino. Curitiba 2006.
REALE. G. ANTISERI. D. História da Filosofia; Patrística e escolástica. São Paulo: PAULUS 2003.
HISTÓRIA DA FILOSOFIA: Antiguidade e Idade Média. 7. Ed. São Paulo: Paulus 2005. V. 1.
HISTÓRIA DA FILOSOFIA: do Humanismo a Kant. 7. Ed. São Paulo: Paulus, 2005 V. 2.
HISTÓRIA DA FILOSOFIA: do romantismo até nossos dias. 9. Ed. São Paulo: paulus 2005. V. 3.
FILOSOFANDO: Introdução à Filosofia. Ed. Moderna: 4° edição São Paulo, 2009.





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domingo, 2 de fevereiro de 2014

Trabalho Final UFPR. Blog - Aplicado à Educação Contemporânea

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ








JANAÍNA DAIANE BAULI
LEANDRO LUIZ CAMPAROTI
RODRIGO DE ABREU
SELSON JOSE DE SOUZA








BLOG- APLICADO À EDUCAÇÃO CONTEMPORÂNEA.










APUCARANA
2013
SELSON JOSE DE SOUZA
JANAÍNA DAIANE BAULI
RODRIGO DE ABREU
LEANDRO LUIZ CAMPAROTI








MÍDIA NA EDUCAÇÃO – BLOG.




Trabalho apresentado como requisito parcial para conclusão do curso de Aperfeiçoamento em Mídias Integradas na Educação da Universidade Federal do Paraná – UFPR.
Tutores: Profº Eliz Silvana de Freitas.
Profº: Solange Aparecida Husczes Ferreira

Prof: Oscar Da Silva










APUCARANA
2013
IDENTIFICAÇÃO

Nome dos autores: Janaina Daiane Bauli; RG - 8.868.534-2; CPF - 047.704.499-92; (44) 99600095; jdbauli@gmail.com; NRE Maringá.
Leandro Luiz Camparoti RG - 4.022.040-2; CPF - 545.214.329-72; telefone: (43) 3274-5111 e (43) 9600-0382; e-mail/Polo/NRE - leandrocamparoti@gmail.com
Rodrigo de Abreu. RG 124977690; CPF – 02575036925; telephone: (43) 3275-7505; e-mail: rodrigoa-82@hotmail.
Selson Jose De Souza. RG: 59624741. CPF. 804948549-87. Fone: (43) 99182985 e (43) 3429-1458. E-mail: selsonsouza@gmail.com
























INTRODUÇÃO
O uso de ferramentas Web 2.0, como o blog, trazem à educação benefícios como geração constante de aprendizagem e armazenamento do conhecimento, além de possibilitarem uma maior aproximação no relacionamento entre professor e aluno.
Um blog também permite que haja: acompanhamento, pelos pais e gestores da escola, das atividades desenvolvidas pelos alunos; discussões além do espaço formal das aulas; fácil supervisão de tarefas e troca rápida de informações; integração com outros conteúdos e outras mídias como slides vídeos e áudio; conexão entre alunos e professores de diferentes lugares para resolver problemas ou receber informações e trocas de experiências; desenvolvimento de competências; ensino da linguagem digital; produção de textos para exercer o pensamento crítico e incentivar debates.
Com relação ao conteúdo, um blog garante um espaço para produção de textos, narrativas, poemas, análise de obras literárias, opinião sobre atualidades, organização e debate de excursões e visitas de campo, publicação de fotos, desenhos e vídeos produzidos pelos alunos, acompanhamento e gestão da escola, entre outras possibilidades.
Este Trabalho apresenta de forma otimista algumas Mídias, Televisão, informática e impressos, como recursos que, se utilizadas com planejamento, integração da equipe escolar e participação, ainda que, para tanto, nos reste a alternativa de sugerir de maneira enfática aos pais e/ou responsáveis a motivação para acessarem com seus tutelados as mídias elencadas neste projeto e outras que possivelmente venha a integrar o planejamento das atividades coletivas no seio escolar.
O nome Blog surgiu da abreviação do termo weblog criado por Jorn Barger em dezembro de 1997. Peter Merholz, desmembrou a palavra weblog (“nós bolgamos”) fazendo um trocadilho na barra lateral de seu blog (Peterme.com). Evan Willians do Pyra Labs passou a usar expressões como to blog (blogar), quando ele queria se referir “editar ou postar em um weblog”, aplicando a palavra blogger em conjunção com o serviço blogger, da Pyra Labs, o que levou a popularização dos termos. (CEBRAC, Centro Brasileiro de Cursos).
O presente trabalho pretende apresentar mais uma porta aberta no que tange a conquista de uma Educação permeada por uma qualidade a muito desejada no Ensino Médio nas Escolas públicas em geral. Projetos de pesquisa demandam ferramentas capazes de abrir caminho para o andar pedagógico eficiente, a muito discutidas e por vezes, aparentemente “inatingível”.
            O que oportunizou decisivamente a conclusão da necessidade de um veículo de comunicação no contexto educacional de nossa atuação, num primeiro momento, foi a percepção da ausência dos pais e responsáveis em relação a seus filhos e a própria escola, dificultando dessa forma o desenvolvimento intelectual e emocional dos educandos. Quando ainda propusemos uma atividade aos alunos do segundo ano, Ensino Médio, deslumbramos ali uma dificuldade de acompanhamento da referida atividade, já que os alunos alegavam não ter acesso a internet; na verdade, alguns com razão o faziam. Porém, outros pareciam mesmo indiferentes á proposta de atividade; com isto em mente precisávamos pautar o devido planejamento das ações que no seu bojo traria uma alternativa de acesso eficaz na procura dessa resposta, qual seja, um modo atraente e capaz na formulação das ditas atividades.
Fernando Pessoa, certa vez escreveu que “o segredo da busca é que não se acha”, ou seja, o prazer está na jornada, iniciada a cada instante no processo educacional.
Outro evento que motivou nossa busca por um instrumento de interação educativa, diz respeito a um propósito almejado e não conquistado por nós professores e alunos: Nos propusemos a escrever um artigo sobre as manifestações populares ocorridas no Brasil este ano, por falta de tempo isso se tornou “impossível”; não conseguimos portanto concluir o intento por nos faltar oportunidade de reunião; isto fez com que desejássemos publicar e expressar-nos de forma mais concreta, apesar de virtual. Daí  o blog ter se tornado algo a ser elaborado e mantido de alguma forma.
Faz-se de fundamental importância destacarmos que após o curso em questão e alguns vídeos no “youtube”, nos vimos empolgados com a possibilidade de utilisação do instrumento “Wiki” para o fim imediatamente descrito acima. Cremos piamente ter encontrado um meio eficaz para galgarmos de vez essa vitória da escrita do Artigo e, acreditamos que realmente ocorra no primeiro semestre do próximo ano letivo.
Em um vídeo de apresentação do colégio SESI, no que se refere a sua metodologia, ouvimos a seguinte declaração, em referência a quem seria o curador da cabeça dos seus alunos:
“O Colégio Sesi vem buscado a resposta e descobriu que aprender não é se apropriar apenas do conhecimento, é se apropriar também do processo pelo qual se adquire o conhecimento; ou seja, os curadores da cabeça dos nossos jovens são, os próprios jovens”.
A esta altura temos em nosso projeto, os alunos como alvo, ou, o ensino aprendizagem que trás para o seio da escola esses jovens, que ao chegarem no espaço escolar, esperam receber um ensino segundo seus anseios; munidos de esperança e cheios de vigor, pensam estar adentrando um espaço singular, onde suas dúvidas deixaram de existir, tornando-se apenas lembranças de uma vida que de agora em diante tenderá a se transformar pelo contínuo processo escolar de revitalização o qual o jovem estudante passa integrar. No contexto escolar os alunos se deparam co uma realidade um tanto diversa relacionado a própria expectativa que alimentavam anteriormente, vindo a decepcionar-se pela ausência de soluções imaginariamente fáceis e a mão. Descobre agora os jovens estudantes que passaram a integrar um sistema complexo e por explorar, nas suas múltiplas possibilidades, e, não somente isso, agora são eles mesmo participantes de algo maior que eles, e portanto, necessitarão de ajuda para superar esse desafio. O blog se apresenta como um instrumento de apoio e conciliação entre os estudantes, responsáveis e a comunidade. Não pretende resolver todos os problemas, pois, seria uma “insana utopia”; coloca-se outro sim, como alternativa de expressão coletiva, trabalho conjunto que tende no contexto apresentado, facilitar a inserção dos indivíduos na prática educativa contemporânea. Seria impróprio esquecer-se da facilidade com que os jovens conseguem manusear as e acessar diversos conteúdos no campo virtual, sendo a nosso ver, extremamente favorável, este fato ao projeto em questão. Espera-se, numa expressão de “INTELIGÊNCIA COLETIVA”.
O envolvimento dos colegas professores da Rede Pública no avanço deste projeto vivificou e fortaleceu a alma do mesmo dando ânimo ao progresso das pré tensões embrenhadas no âmago do desejo empreendedor de cada colaborador e desenvolvedor desse nobre objetivo que não teria o mesmo brilho sem a atuação decisiva inclusive dos escritores dos anexos, constantes no interior desta produção acadêmica. Sendo assim, não poderia deixar passar despercebido, os nomes dos meus colegas os quais tenho autorização para citar neste espaço: Professora de História – Simone Batista, Geografia – Dorotéia Portélinha, Sociologia – Márcia Silveira e Ilídio Barros da Silva, - Filosofia – Selson Jose de Souza. Claro que não seria igualmente brilhante sem meus colegas de grupo, já citado aqui. Os professores colocaram-se dispostos a efetiva organização do Blog, cada um segundo sua disponibilidade.
Ser Educador é avançar a fronteira da responsabilidade primária e caminhar lado a lado, numa direção quase sempre ignorada, por muitas vezes ser indesejada e levar o Educando a conhecer além do currículo, sendo este, quase ultrapassado por preconceitos e saudosismos por vezes, ainda que subliminarmente, presente nos discursos e práticas de muitos professores, capazes de, em algumas oportunidades retirarem dos baús pedagógicos, rancores, mágoas e até revanchismo no que trata do relacionamento com os eduandos, já penalizados por um relacionamento pouco constante com seus familiares, principalmente na questão educacional formal escolar. Dificilmente faríamos dos alunos vítimas monologas destes argumentos; mas, se somos Educadores e, devemos ser; então cabe a nós adultos o papel de protagonistas da transformação que em nossas mentes surge como sendo dos alunos a responsabilidade, isto é, abrir caminho e apontar-lhes a direção como faríamos com as pessoas às quais amamos e desejamos o melhor.  Isto demanda desprendimento e até certa renúncia para um resultado satisfatório na direção do espaço de desejo mútuo e conciliador do convívio frutífero.
Assim escreve Livia Chamusca, no site Recanto Das Letras:
Numa sociedade onde as mudanças ocorrem num ritmo cada vez mais acelerado e o número de informações que nos chegam aumentam consideravelmente dia após dia, aquilo que se julga verdade hoje pode não parecer tão óbvio amanhã. Por isso o educador deve assumir o compromisso de atualizar-se sempre, indo em busca de novos saberes e de novas alternativas para tornar o processo ensino/aprendizagem mais poderoso e proveitoso para seus alunos e para a sua realização profissional.
Amplia-se de forma considerável o foco do educador contemporâneo, o qual deve estar atento, não mais para si e seus conceitos próprios de professor com objetivo de transmitir conhecimentos, (o que continua sendo sua atribuição) mas, o foco passa a ser o outro e a consideração dos envolvidos no recipiente contextual a serem envolvidos por toda a prática educativa, já se encontra a muito pluralizada, e, a inserção nessa dialética contemporânea se faz necessária, urgente e irrevogável.
 A potencialidade das mídias para resolução de problemas vigentes e naturais da contemporaneidade surgem com promessa de eficiência nas suas abordagens e utilidade, fazendo-se mister uma cuidadosa apuração e aplicação em busca de resultados que satisfaçam os agentes e envolvidos na prática escolar.
Um dos problemas que precisa ser resolvidos, nos parece ser justamente, fazer dos projetos que surgem da mente do colega, um projeto da Escola; essa constatação vem carregada de significados, pois se realmente desejamos pautar pela qualidade de ensino no estabelecimento que trabalhamos, todos docentes, direção e equipe necessitam despojar-se de qualquer pré conceito para ir de encontro a alvos comuns.
 Torna-se flagrante como a desconexão entre uma prática escolar e outra fica evidente, quando a atuação do professor passa a depender de apoio e incentivo para seus anseios pedagógicos. Enquanto em um estabelecimento de ensino, os agentes educativos conseguem desenvolver seus anseios pedagógicos, em outro, o professor nem mesmo tirando dinheiro do bolso consegue acesso,  apoio e auxílio nesse sentido.  Assim, os discursos inflamados das reuniões pedagógicas de formação continuada, continuam insípido e quase dormente na pretensão injusta da prática diária. Levantam-se problemas que dão a impressão que os anos passam e o caminho continua o mesmo sem solução aparente para velhos vícios acomodados gentilmente nos corações apaixonados por suas práticas egoístas e de foco centralizado, sem espaço sequer para perdoar e procurar a harmonia possível na prática a alvos comuns; de lamentar, nos parece ser o fato que tateamos e não encontramos um objetivo comum para uma prática eficiente. Faz-se doravante imprescindível reconhecer a diversidade de pensamentos e até, consequentemente, de ações pautadas pelos pensamentos originadores dessas ações; porém, na vigência desta época, desmerecemos qualquer pretensão monologa de atuação que, na melhor das hipóteses, será apenas e tão somente, um ponto de partida para uma produção coletiva de tendências eficazes, pois quando se age sozinho podemos com frequência, ser interrompidos pela própria inabilidade de resolução de conflitos, inclusive internos, os quais tenderiam a nos colocar como inócuos em tentativas desesperadas de ações egoístas. Por isso citamos aqui o que a Bíblia diz a este respeito:
Conforme encontramos em Eclesiastes 4: 9 e 12, “Melhor é serem dois do que um, porque tem melhor paga do seu trabalho. E, se alguém quiser prevalecer contra um, os dois lhe resistirão, e o cordão de três dobras não se quebra tão depressa.”
Encontramos nessa citação bíblica mais que uma referência ao casamento, onde os cônjuges devem observar a lei do conjunto para o sucesso matrimonial; aplica-se, outro sim, às atividades que demandam convivência humana; sendo evitado dessa forma o que o filósofo inglês, Thomas Hobbes denominou de: “O homem é o lobo do próprio homem”. Uma expressão que as vezes traduz de forma evidente a ávida busca pelo outro num sentido deturpado e pejorativo; próprio de sociedades aculturadas e sem respaldo na alteridade(ou outridade), defendida por Aristóteles.O projeto que iniciou-se a princípio de uma ideia; estende-se agora por outras mentes que vozificando o mesmo através de suas contribuições, tornam-no possível e mais elaboradamente aceito e eficaz. Nesse processo, o “eu”, não desaparece, mas empresta sua individualidade para algo maior e mais desejável, a vida em sociedade.
 A expressão: Inteligência Coletiva, cunhada por Pierre Lévy, tem a seguinte denominação: “INTELIGÊNCIA COLETIVA”, A EXPERIÊNCIA DA ATIVADADE PLENA DOS USUÁRIOS, QUE ELABORAM DE MANEIRA INTERATIVA OS CONTEÚDOS DA REDE.
Este trabalho estará a disposição a opinião de um diretor de colégio publico, entre outros anexos, sobre a Educação hoje e as possibilidades de um “SALTO DE QUALIDADE”, caracterizando a potência que pode ser encontrada adormecida no seio de cada coração docente e comunitário.
Num segundo momento, pensamos no relacionamento do corpo escolar, composto de todos os envolvidos na missão de transformar vidas e educar para a cidadania. Problema de solução ainda oculta. Sendo assim, objetivamos apresentar o blog como mediador de um diálogo necessário mas, há muito perdido por ambas as partes. Como já abordado neste trabalho, os pais e/ou responsáveis não dispõe de tempo hábil para auxiliar os educandos na condução de suas vidas escolares e isto acarreta um peso que os jovens levam consigo para o colégio, qual sejam: “ O diálogo inexistente por falta de oportunidade e até mesmo em casos não raros, de falta de cultura dos responsáveis, a realidade pode influenciar de maneira decisiva a vida de um indivíduo em idade escolar de tal forma que o mesmo não tenha o desenvolvimento desejável em sua intelectualidade. A cultura de uma pessoa tende a ser moldada pelo meio em que vive e no contexto deste escrito, encontra-se a família com seus agentes internos que, devido as circunstâncias, não transmitem aos filhos o que eles mesmos por vezes, não possuem. Surge então neste momento, o BLOG, que vem sendo aqui tomado como um recurso virtual válido na tentativa de aproximar as pessoas engajadas nessa luta que se trava por um descortinar esclarecedor de caminhos capazes de pautar ações claras e efetivas na resolução da falta de diálogo intra família, realidade essa que respinga na escola e todo seu aparato, por vezes, despreparado para abraçar causa tão complexa. Procuramos ao longo do desenvolvimento do projeto, sugerir que os alunos visitassem o blog e pudessem ter contato experimentalmente com os conteúdos embrionariamente postados; objetivamos tornar esse espaço um espaço comum aos pais e/ou responsáveis; tendo como meta, não somente acessos (números), mas, principal e fundamentalmente a interação entre as gerações do saber coletivo e transformador.
Passamos a citar, com objetivo de enriquecer nossa apresentação; argumentos de Alexandre Quaresma, o referido escritor, autor de um artigo na revista FILOSOFIA ciência&vida,( ANO VII N° 86 setembro de 2013), com o título: TECNOCIÊNCIAS: meios ou fins?
Nesse artigo, no bojo do tópico: UMA LÓGICA FRÁGIL E REDUCIONISTA, Alexandre Quaresma apresenta quatro(4) subtópicos e os explica posteriormente, dois dos quais passamos a citar: A lógica, predominantemente tecnicista, parte dos pressupostos equivocados de que (1) absolutamente tudo(teoricamente) pode ser solucionado por meios de invenção e aplicação de tecnologias, incluso aí problemas de ordem social, política e ecológica, e que (2) desenvolvimento tecnológico, logo material, possa significar, necessariamente, desenvolvimento humano, nomeadamente para a maioria dos seres humanos...
Bem senhores, sábios dos saberes! Absolutamente intencionamos solucionar os problemas de comportamento familiar, escolar e social dos educandos; o que se pretende, é o vislumbre de um recurso como facilitador de relacionamentos e indicador de possibilidades...em momento algum pensamos em atribuir a um recurso(blog) qualquer função substitutiva das atribuições familiares. Humanos realmente devem ser formados por humanos e formação intelectual, pode ser inevitável sua formação por detentores igualmente de intelecto.
Evitar paradoxos nas intenções quanto a utilização de recursos e/ou ferramentas de forma equivocada, poderá desprover-nos de maiores intempéries advindas do mau juízo referente as práticas planejadas.
 Há entre nós suficiente entendimento das inúmeras formas e portas para o trabalho docente utilizando o recurso midiático, BLOG. Estamos convencidos de que se houver disposição e dedicação, as vezes até mesmo voluntária, teremos resultados animadores e incentivadores de novos desbravamentos intelectuais conjuntos e de eficácia satisfatória.  


ABORDAGEM PEDAGÓGICA.

As mídias que expressam-se como compondo este trabalho, devem representar a ocasião real de efetividade do projeto pois, realmente trazem cada uma delas subsídios importantes para a contribuição no processo educacional do alcance pretendido(a melhoria da qualidade e efetividade no Ensino Médio), visto suas potencialidades apreendidas  e comprovadamente possíveis como auxiliares na conquista de caminhos efetivos à prática em sala de aula; esta, certamente vem aqui acompanhada da negatividade no sentido de apresentar possíveis solucões na unidade de atuação; mas, impelida pelo desejo conjunto de acesso eficaz ao caminho que conduz á descoberta valiosa da trilha que leva ao alvo, acessível pela prática solidária e nunca egoística do corpo docente que se propõe ao zelo do exercício devotado de suas missões; sendo a principal delas, de ser EDUCADOR . Nesta direção, recordo-me das palavras da diretora do SESI em Apucarana por ocasião da formatura dos jovens estudantes daquela instituição, a qual disse, ao microfone: “Ser professor é fácil, todo mundo pode adquirir conhecimento e repassar; difícil é ser Educador”.
A mídia impressa deve, na execução deste projeto ser mais que uma ferramenta de divulgação  datas ou, eventos realizados no seio da Escola; deve sim, ser um instrumento de informação com tiragem limitada à disponibilidade de recursos financeiros; fazendo com que a comunidade também tome conhecimento de um mais aprofundado conteúdo das diversas disciplinas envolvidas, conforme cada docente dispuser-se para tal atividade.
Se almejamos uma sociedade que participe e tenha uma equidade social, é preciso estabelecer uma interação entre os cidadãos que formarão essa sociedade, por isso a criação de um Blog como meio de divulgação do conhecimento através do uso e acesso a Internet é considerado como um veículo para atingir esse objetivo.O ciberespaço é um modo de projetar o conhecimento histórico acumulado para reduzir as discriminações e exclusões sociais, discutir o uso dessa temática é permitir o acesso á um blog onde os diversos tipos de conhecimento são discutidos, garantindo á um número cada vez maior de pessoas a democratização e a possibilidade de interação no universo da internet.Segundo Spyer (2007), a internet é um meio de comunicação diferente dos outros, porque permite a troca de informações entre várias pessoas simultaneamente, também servindo como instrumento de trabalho, pesquisa e lazer para uma imensa comunidade de usuários. Pesquisas indicam que quanto maior o acesso às redes digitais de informação e de comunicação em especial as ferramentas da internet, em nosso caso a construção de um blog, maior é a abertura de um campo enorme de possibilidades para a formação e a vida social.O uso da internet na construção de um blog justifica-se, dessa forma, pelo poder de interação através de comentários entre os internautas e o(s) editor(es) do blog. No caso do nosso projeto o blog será utilizado como um espaço para que alunos registrem conhecimentos, reflexões sobre suas aprendizagens, revendo suas caminhadas,suas dificuldades e como superá-las, da mesma maneira o professor colaborador poderá identificar as dificuldades de seus alunos e auxiliá-los de forma mais específica.
Reforçamos, também, a função do blog pelos professores colaboradores como uma ferramenta virtual, um ambiente de aprendizagem, onde os mesmos poderão organizar materiais de apoio visando os estudos dos alunos, publicar textos, sugerir atividades relacionadas aos conteúdos trabalhados em sala de aula e receber e avaliar os comentários dos alunos.Primo, 2006 destaca que os blogs
Podem contribuir para a interação entre educadores e educandos, e pra a própria tomada de consciência do educando sobre o percurso próprio na construção do conhecimento. Esses recursos facilitam a publicação na Web de um registro da caminhada de cada educando. Mais do que um simples relatório de atividades, sugere-se ao aprendiz escrever sobre suas dúvidas, suas conquistas, seu trabalho criativo, etc. (PRIMO, 2006, p. 45)
Usar a internet para a criação do blog permitirá que o aluno construa ativamente através da interação com os seus pares e com o professor, colabore, coopere, mantenha suas características individuais, posicionando-se criticamente, reveja suas opiniões re-elabore, enfim, saia da posição de simples ouvinte e assuma ativamente o seu processo de aprendizagem.Sendo assim, apresentamos nossa abordagem pedagógica em elaborar um blog educacional que projeta uma ação pedagógica digital, pela plasticidade que a informação conquista, e uma ação pedagógica virtual pela praticidade em divulgar o conhecimento, alargar planos de ação, acelerar e expandir possibilidades de interação entre professor/aluno, aluno/professor, aluno/aluno, professor/professora.
Neste momento do nosso Trabalho destaca-se o caráter de uma pedagogia de Tendência Progressista Libertária que tem como pressuposto a seguinte tese:
saber sistematizado só terá relevância se for possível seu uso prático. A ênfase na Somente o vivido pelo educando é incorporado e utilizado em situações novas, por isso o aprendizagem informal via grupo, e a negação de toda forma de repressão, visam a favorecer o desenvolvimento de pessoas mais livres. No ensino da língua, procura valorizar o texto escrito pelo aluno, além da negociação de sentidos na leitura. (NOVA CONCURSOS).
 A parte do texto com grifo, não representa nosso entendimento quanto o que de fato deveria ocorrer no processo de ensino aprendizagem...não somos partidários da repressão em nenhuma das formas possíveis, mas, também precisaríamos de discussões mais aprofundadas para um consenso majoritário e adequado a realidade vivida em sala de aula nesta nossa era; já que muito do que, em nosso entendimento caberia aos pais e/ou responsáveis tem recaído sobre os professores que sem qualquer respaldo, precisam transmitir bem mais que um currículo pré elaborado depois de conjuntamente discutido, contudo quase sempre sem o ideal para a prática pedagógica.
O que de fato prende nossa atenção na citação acima, e quando a mesma trás a possibilidade de ação conjunta e progressiva na construção do aprendizado dos alunos; nisto a abordagem dessa tendência toma nossa consideração e por conseguinte, nossa consequente argumentação.
A informática foi escolhida para a integração do projeto, Mídia na educação – Blog, devido ao seu potencial contextualizado e o domínio da mesma pelos estudantes; com possibilidade de produção progressiva e  integradora. É sabido que os jovens conseguem êxito no manuseio da informática e consequentemente um corredor de opções parecem colocar-se a disposição daqueles que pretensamente conhecem uma ferramenta com potencial quase indissociável da vida contemporânea e portanto, capaz de influenciar positivamente o aprendizado e a disposição de colaboração na construção e efetivação da educação como suporte para as práticas sociais.
Uma reflexão mais profunda se faz necessária, contudo, especialmente em referência ao comportamento do aluno para com o professor porém, acreditamos que um blog possa inclusive incluir os pais e/ou responsáveis para um acompanhamento mais próximos da vida escolar dos filhos já que não resta muita alternativa para um acompanhamento acadêmico efetivo da vida escolar do seus tutelados. Cremos que o uso da informática com acesso a internet facilita esse necessário contato dos agentes educacionais, numa frutífera troca de informações e porque não dizer, de formação também.


PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS

O trabalho final do curso de aperfeiçoamento “Mídias Integradas na Educação” é uma apresentação de um projeto em desenvolvimento, que se iniciou na cidade de Califórnia-Paraná em uma instituição pública de ensino no mês de setembro de 2013. A iniciativa surgiu entre professores de diferentes disciplinas do mesmo colégio.
O projeto aliou a educação à tecnologia, utilizando a mídia informática e desenvolvendo uma página na internet, um blog pedagógico.
Segundo Moreira (2008), o uso do blog representa uma etapa de mudança na educação brasileira, visto que se trata de uma ferramenta que possibilita estabelecer diálogo, criatividade, compartilhar produções entre diferentes sujeitos que são mobilizados por uma visão interacionista.
Com esse instrumento virtual os professores de disciplinas distintas organizam atividades, conteúdos de aulas, projetos, vídeos, textos, hipertextos, animações e as inserem no blog. Esse material é planejado para ser desenvolvido com os alunos, mas quando disponibilizado no <i>blog</i> oferece a oportunidade de partilhar com outros professores e demais que se interessarem pelo acesso ao blog, criando um espaço para diálogo e sugestões a fim de aprimorar a compreensão dos conteúdos didáticos. Trata-se de uma interação extraclasse entre alunos, professores e comunidade.
Alguns recursos materiais são indispensáveis para a prática do projeto: laboratório de informática, computadores com acesso à internet e o endereço eletrônico do blog-http://filosofiaevidao7.blogspot.com.br.

 A proposta viabiliza a divulgação da produção intelectual, utilização de novos materiais e métodos para o avanço da educação, troca de experiências exitosas e divulga o quanto é importante o elo da educação com a tecnologia. Faz-se necessário incentivar o uso da tecnologia como métodos pedagógicos e estender esse recurso a todos que, com alguma ação, participam do processo de desenvolvimento escolar, ou seja, equipe diretiva, professores, agentes administrativos, alunos e comunidade.
Os alunos tem trazido de casa questões que não conseguem dirimir no ambiente próprio, qual seja, o interior de suas casas, por isso, trazem muitas interrogações que precisam de respostas bem elaboradas e conclusivas. Na condução desse dever imposto aos professores, encontramos o blog, espaço onde com certeza podem ser discutidos interativamente as questões diversas, de interesse comum dos agentes educacionais; tendo os pais e/ou responsáveis um papel decisivo para o sucesso dos resultados almejados. Não basta dizer que os problemas de mal comportamento dos jovens estaria centrado na decadência familiar, que sem estrutura, apela para a escola como coeducadora de filhos, que na verdade não compreenderam ainda seus status de divididos em suas formações morais e cidadã. A internet pode contribuir decisivamente no condução desse processo de divisão educacional dos filhos contemporâneos, cujos pais são obrigados a vender suas mão de obra  barata e a exploração da qual são vítimas, não só eles pais, mas, também por continuação, seus filhos, acaba levando ambos os responsáveis pela estabilidade emocional e pela educação de berço que aos conduzidos caberia; assim, ambos ganhando menos que o necessário para o provento das necessidades familiares, pais e mães saem para trabalhar e relegam relutantemente seus filhos ao mundo escolar, sem contudo poderem ser imputáveis por tal ação, provocada incontestavelmente pelo selvagem capitalismo, o qual como senhor de escravos, aprisiona seus servos como que em correntes inquebráveis e as vezes, parece até invisíveis, já que de “bom grado” se deixam escravizar. O BLOG, pode sim fazer uma ponte dialógica entre a pratica dos educadores e seus  alvos com aquela; pois, se não trouxermos os pais de alguma forma para dentro da escola, nem que seja através de ações conjuntas em um recurso como blog, então a batalha pela harmonia intra sala de aula estará definitivamente fadada ao fracasso impossibilitando um espaço de convivência educacional relevante no sentido de proporcionar aos agentes da Educação o prêmio da conquista que com tanto ardor e dedicação visaram por longo tempo, correndo o risco de desestímulo aterrador no fim da jornada, simplesmente porque não ouve um despojar-se de egoísmos para buscar conjuntamente a solução que em algum momento, alguém ofereceu. Mas, quem é esse alguém? Seria um corpo de docentes preocupados com a educação de qualidade? Ou o jovem professor/educador que na simplicidade de suas palavras não atingiu o coração amargurado de seus companheiros de labuta, que por falta de status na escritura por parte de seu autor, preferiram atribuir-lhe(lhes) culpa por inculta proposta, apesar de conduzir a um processo desmistificador da impossibilidade momentânea da harmonia escolar.
O filósofo francês Gilles Lipovetsky (1944) salienta que “os pais, negligentemente, descarregam a própria culpa nos professores; não fiscalizam o comportamento dos filhos, cada vez mais embrutecidos diante da televisão; e não são mais capazes de incutir respeito”. Citação reproduzida da revista de Filosofia, ciência&vida. Ano VII N° 78 janeiro de 2013.
Gostaria de discordar do nosso filósofo; mas, em algum aspecto não há essa possibilidade; o que se pretende mesmo é detectar as ações possíveis para auxiliar as famílias na condução de seus filhos e isso pode ser com medidas inovadoras, ainda que transmitam um certo ceticismo momentaneamente, porém o engajamento de todos e com interesse de contribuir para a coletividade pode sim ser a resposta. Mais uma vez o blog pode ser um recurso valioso. Isto pode ocorrer também, pela “facilidade” encontrada no acesso a internet. No campo que trata da metodologia deve ser encontrado expresso como isso seria possível, atividades conjunta, pais e filhos na escola aproxima; mas, isso pode ser resolvido ainda que os pais e/ou responsáveis não disponibilizem tempo para tal necessidade. O mundo virtual não deixa de ser real apenas porque não é; ali encontramos ilimitadas potencialidades, as quais precisam brotar e frutificar para que possamos contemplar em ato o que dali poderia ser originado. Aristóteles, o sábio estagirita foi quem cunhou a teoria do ato e da potência; isto é, A semente potencialmente é uma árvore e quando esta germina, então, o que era uma possibilidade real, agora é um ato concreto. Creio que precisamos auxiliar os pais e/ou responsáveis na descoberta da forma mais eficaz de auxiliarem seus pupilos a adquirirem uma consciência cada vez mais cidadã e coletiva.
A revista intitulada “FILOSOFIA ciência&vida”, afirma:
Os recursos interativos disponíveis antes do advento da internet se fundamentavam tecnicamente nos padrões “um-um”(telefone) e “um todos”  (televisão, rádio, jornal). A propagação da internet faz com que alcancemos assim o estado comunicativo denominado por Pierre Lévy de “todos-todos”, caracterizado por promover a interação plena de informações entre todos os usuários, sujeitos criadores, conectados na rede virtual. A disposição informativa “todos-todos”promove a interação mútua de informações entre todos aqueles que se encontram conectados na rede virtual, pois que, conforme vimos anteriormente, esse meio elimina as barreiras das categorias do espaço e do tempo. (revista “FILOSOFIA ciência&vida, ANO IV, nº68, março de 2012).
A mensagem parte de um centro difuso para atingir uma periferia numerosa de receptores separados entre si fisicamente. A despeito do disposto até agora devemos sempre lembrar do ensinamento do sábio Sócrates: “Conhece-te a ti mesmo”. Seria aconselhável autocompartilhamento das ideias para posterior expansão, pois, o que propomos precisa ser importante para cada indivíduo e partindo daí, uma gama variada de possíveis criações potenciais desabrocha como um jardim diversificado em sua forma e essência.
A avaliação compreende um conjunto de ações educativas integrantes do sistema escolar; desta forma portanto, deve-se utilizar-se do blog também para esse fim. Atividades com objetivo específico deve ser disponibilizada aos alunos, fazendo uso dos diferentes recursos ao alcance. Cada professor ver-se-á responsável por sua disciplina e consequente atualização da mesma no referido instrumento educacional, da maneira que melhor se adéqüe as suas necessidades. Os pais e/ou responsáveis serão, convidados, instigados, impelidos, e até mesmo dever-se-á colocar sobre eles uma responsabilidade motivadora no intuito de integrá-los ao sistema transformador social para a consequente vitória nos intentos postulados.









REFERÊNCIAS


MOREIRA, T. M. Blog pedagógico: é possível visualizar um novo horizonte? Blog e Flog como recursos de aprendizagem. 2008. Disponível em:&lt; a href="http://nteitaperuna.blogspot.com.br/2008/05/blog-pedaggico-possvel-visualizar-um.html">http://nteitaperuna.blogspot.com.br/2008/05/blog-pedaggico-possvel-visualizar-um.html</a>&gt;. Acesso em: 18/12/2013.


SESI. Oficinas de aprendizagem. Disponível em:<. http://www.sesipr.org.br/colegiosesi/matriculas/?gclid=CNaI_jxt7sCFUMV7AodviQAhA>. Acesso em 19/12/2013.


CHAMUSCA, L. O Perfil do educador contemporâneo. Disponível em: <http://www.recantodasletras.com.br/artigos/2776032>. Acesso em 19/12/2013.


QUARESMA, A. Tecnociência – meios ou fins? P.15, 23. FILOSOFIA ciência&vida,( ANO VII N° 86 setembro de 2013.


BITTENCOURT, N. R.Conhecimento à venda. P. 15, 22. Filosofia, ciência&vida. Ano VII N° 78 janeiro de 2013.


BITTENCOURT, N.R. Virtualização dos saberes. P. 17, 23. FILOSOFIA ciência&vida, ANO IV N° 68- março de 2012.


Conhecimentos básicos – Fundamentos da Educação. Nova  Apostilas Para Concursos Públicos. Disponível em: < WWW.novaconcursos.com.br>. Acesso em 19/12/2013.


COELHO, S. K. N-  SAITO, N. L. C. ( Orientadora). Televisão: Um Instrumento Para o Trabalho Didático de Transformação e Reflexão Crítica. UEL. Disponível em: <http://www.uel.br/eventos/sepech/sumarios/temas/televisao_um_instrumento_para_o_trabalho_didatico_de_transformacao_e_reflexao_critica.pdf>. Acesso em 19/12/2013.


PRIMO, A. Avaliação em processos de educação problematizadora online. In: Marco Silva; Edméa Santos. (Org.). Avaliação da aprendizagem em educação online. São Paulo: Loyola, 2006.


SPYER, J. Conectado. Rio de Janeiro: Zahar, 2007.
CEBRAC, Centro Brasileiro de Cursos. Blog – História. Informática Aplicada. Botucatu, SP. 1° edição, 1°impressão, janeiro de 2012. P. 121.
 https://igovexplica.wiki.zoho.com/Blog-na-Educa.html
































ANEXOS


Educação hoje: é possível um salto de qualidade?
Refletindo acerca da realidade observa-se que há inúmeros fatores que contribuem para que a sociedade seja individualista e seletiva, porém entendendo que a educação é um meio pelo qual a realidade social transforma-se é urgente que todos os envolvidos no processo educacional acreditem que realmente pode haver uma educação que atinja o objetivo de formar cidadãos aptos ao exercício da verdadeira cidadania.
Acredito ser possível haver um salto de qualidade na educação. Para tal, é necessário que os profissionais, famílias, alunos e tosos os demais segmentos da sociedade sejam verdadeiramente comprometidos com a educação, dando-lhe a verdadeira atenção e respeito, pois é urgente entender que o futuro depende das ações/atitudes, pensamentos/conceitos que permeiam o hoje.
Assim sendo, como profissionais da educação, devemos direcionar nossa prática, seja qual for a função que exercemos, para que os alunos percebam a importância de refletir sobre suas atitudes em meio ao grupo em que está inserido, ou seja, desenvolver a consciência, que conforme Freire (1990, p.120) é o “processo mediante o qual os seres humanos participam criticamente num ato transformador”. Mirene Dias - Pedagoga.


Vivemos um momento cultural em que as pessoas esperam cada vez mais de produtos, serviços e instituições. O mais-ou-menos ninguém quer. Esperamos o melhor, o mais rápido e o mais funcional. Desde as escolhas mais simples como o azeite a ser consumido pela família, até a decisão sobre uma cirurgia a ser feita, todos queremos ser bem atendidos, bem tratados, gastar o mínimo e obter o máximo de resultados. A explicação para esse momento é a diversidade de produtos, serviços e informações fragmentadas. DIVERSIDADE
Temos uma demanda ampla e complexa. O conhecimento já não é tarefa única e exclusiva da escola. Acontece em outros ambientes. A escola reproduz a sociedade e ela não pode ser estática, sendo o palco de tensões e conflitos.

As tradicionais formas de ver o mundo foram desmontadas.
Como Educadores, é preciso educar Constantemente nosso olhar, afinal trabalhamos na e pela diferença. Formamos pessoas, não apenas as instruímos. Porém, nem sempre fomos, nós mesmos, educados de maneira integradora e reflexiva. O ser humano tende a transmitir aquilo que lhe foi dado.
PRECISAMOS INOVAR CONSTANTEMENTE PORQUE AS MUDANÇAS SOCIAIS SÃO CONSTANTES.
A mudança é inevitável, é uma questão de sobrevivência. Os professores necessitam de atualização permanente para acompanharem a velocidade do mundo contemporâneo . Não podemos viver fora do tempo, em desacordo com a época. Não saber apenas o que já sabe, é ter a humildade de saber que não sabe tudo. Entender que estamos em um processo em que no conjunto da obra temos o resultado esperado. Não podemos achar que estamos velhos e experientes demais para melhorar para Inovar.
Conforme HARPER (1985:107): “De fato, pouco a pouco, as coisas se movem, se evoluem, se transformam. A escola – como a fábrica, como a família, como o hospital, como a sociedade toda – não existe como uma coisa fixa, parada, imutável. A escola de hoje, apesar de todos os seus defeitos e deformações, não é mais a mesma de há 10, 20, 50 anos atrás. Ela não é estática nem intocável”.

Márcia Silveira - Sociologia.


É sabido que para pensarmos a educação na contemporaneidade, paulatinamente vem acontecendo um abandono de modelos tradicionais em nome de novas tendências, principalmente após o fracasso de algumas tendências socialistas - fato já percebido por vários intelectuais da sociologia, filosofia, historia e pedagogia.
A forca por parte de vários movimentos pode impulsionar uma critica aos ideais de construção de uma sociedade puramente racionalista que não leva em consideração o processo emancipatório que resulta em novas formas de dominação e sujeição dos indivíduos.
Pode-se submeter a razão as questões praticas e políticas. Nesse sentido torna-se necessário que os profissionais da educação tenham praticas assertivas, no que diz respeito ao ensino aprendizagem, mobilizar uma pratica com sentido em sua abordagem reflexiva de sala de aula. Pois, somos pessoas simbólicas e precisamos de dar sentidos as nossas vidas e de nossos educandos!
João Luiz Calegari- Filósofo, diretor do Colégio Nilo Cairo, Apucarana – Paraná.








segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

http://noticias.r7.com/brasil/autor-de-livro-de-tuma-jr-parte-para-o-ataque-e-garante-ter-provas-de-acusacoesnbsp-09122013

Autor de livro de Tuma Jr. parte para o ataque e garante ter provas de acusações 

Pelo Twitter, jornalista Claudio Tognolli reforça denúncias sobre governo Lula 
Do R7
O jornalista Claudio Tognolli, que assina o livro de Romeu Tuma Jr. disse, nesta segunda-feira (9), em seu Twitter, que pode provar todas as acusações feitas pelo ex-secretário nacional de Justiça no livro Assassinato de Reputações. Pelo microblog, o autor diz que o que foi publicado na revista Veja não é "nem 2% dos que consta no livro". 

A reação de Tognolli em sua rede social vem das manifestações causadas pela repercussão da entrevista que Tuma concedeu à revista Veja desta semana.
— O que saiu em Veja eh dois por cento do que consta do livro: o Brasil vai ficar de joelhos. Com provas, nao adjetivos. E ponto final...
Tuma antecipou na entrevista parte do conteúdo do livro que já está causando polêmica mesmo antes de seu lançamento. O secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho, divulgou no domingo (8) nota de repúdio oficial respondendo às acusações feitas no livro.

A liderança dos Democratas na Câmara também se manifestou e quer que Tuma Junior esclareça denúncias sobre o PT e o governo Lula. O pedido será apresentado à Comissão de Controle e Fiscalização.

Ainda pelo microblog, Tognolli adiantou que Tuma Junior só dará entrevista depois do livro estar nas lojas, o que deve acontecer nos próximos dias. 

 
  • Espalhe por aí:
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http://esportes.r7.com/futebol/fotos/presidente-do-barca-e-acusado-de-desviar-mais-de-r-120-milhoes-na-negociacao-de-neymar-09122013#!/foto/1

O presidente do Barcelona, Sandro Rosell, foi acusado de apropriação indevida de verbas durante a transferência de Neymar para o time catalão Presidente do Barcelona é acusado de desviar mais de $ 120 milhões da negociação de Neymar. Será...